Em gram coita vivo, senhor

General Note

O trovador queixa-se do seu mal de amor, que o levará à morte. No entanto, essa morte tarda, e o seu sofrimento prolongado será talvez a vingança da senhora pelo incómodo que o seu amor lhe causa. No final o trovador pede-lhe para não o matar, pois o serviço que sempre lhe prestou não justifica a morte.
A cantiga aparece duas vezes nos Cancioneiros, numa delas sendo atribuída a João de Gaia (mas com uma estrofe suplementar, nessa ocorrência, a 2ª). Remetemos para a nota de autoria, onde discutimos os dados do problema.